Os 10 países com mais «hodlers» de «bitcoins»
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1 Outubro
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Embora ainda haja muito a fazer para se alcançar a adoção convencional, o interesse está aumentando e as criptomoedas são cada vez mais usadas no cotidiano. Alguns defendem que a maioria é detida por grandes plataformas de câmbio, fundos ou empresas de mineração — que usam as suas posições para influenciar o mercado a seu favor — e outros estimam ser muitos os investidores individuais detendo e mantendo «bitcoins», colocando os respetivos países no mapa das criptomoedas.

Curioso com este tópico? Confira a lista que se segue: os países com o maior número de HODLers de «bitcoins».

Estados Unidos

Os Estados Unidos são atualmente o país com o maior número de iniciativas ao redor deste setor — contando com uma série de bolsas, plataformas de câmbio, fundos, instalações para mineração e projetos orientados para o uso da tecnologia blockchain. Assim, a maioria esperará que seja o país com o maior número de hodlers de bitcoins.

Surpreendentemente parece que os estadunidenses não estão assim tão interessados na manutenção de criptomoedas como seria de esperar. Porém, considerando que se trata de um dos mais populosos países do mundo, 8% de titulares de Bitcoin ainda representa um número significativo.

Romênia

A Romênia é conhecida por contar com um grande número de empresas internacionais do setor das Tecnologias de Informação no seu território — além de uma série de desenvolvedores freelancer. Considerando a estreita relação do país com a indústria tecnológica não é surpresa que tenha uma base de consumidores bem desenvolvida e também envolvida no mercado de criptomoedas.

A Romênia é, deste modo, um dos países onde se verifica maior titularidade de criptomoedas. Cerca de 12% dos consumidores romenos possuem pelo menos uma criptomoeda, sendo a Bitcoin a opção mais popular.

República Tcheca

A maioria dos países do leste europeu não faz manchetes quanto a este setor. Porém, a República Tcheca é a exceção. A comunidade focada neste mercado parece se encontrar em pleno florescimento, se destacando que 9% dos seus consumidores já investiram em criptomoedas. Não se sabe ao certo o quão populares a Bitcoin e as altcoins são a um nível individual. Contudo, estes números mostram alguma promessa.

China

Embora a China tenha introduzido inúmeras restrições a operações com criptomoedas, ainda apresenta um recorde a este nível. As maiores plataformas de câmbio de criptomoedas do país experienciam dos maiores volumes de negociação de bitcoins em uma base diária — e são vários os relatórios que dão conta que cidadãos chineses se mudaram para mais perto de centrais elétricas para usufruírem de eletricidade barata fornecida pelas mesmas para a mineração de bitcoins.

Não obstante, tendo em conta as atuais ações regulatórias em relação ao setor, o número de hodlers poderá diminuir no futuro.

Espanha

Espanha abriga um grande número de caixas automáticas regulares que suportam o câmbio de bitcoins para moeda tradicional. Porém, por mais positivo que este desenvolvimento seja para a adoção, parece que apenas este nicho do mercado é favorecido no país — apesar de 10% dos consumidores espanhóis já terem comprado criptomoedas.

Polônia

A indústria das criptomoedas na Polônia é em grande parte território desconhecido por agora, uma vez que não se sabe muito além da atitude positiva que demonstram em relação à Bitcoin e outras. Se destaca que 11% da população consumidora tem criptomoedas na sua carteira de investimentos — e mais pessoas começam ganhando interesse pelo setor.

Turquia

A Turquia é um país repleto de tensão política e de regulação ambígua — ambiente que tem facilitado a escalada da Bitcoin e de altcoins em termos de tração e interesse. Embora o país ainda careça de procedimentos próprios para as criptomoedas e iniciativas relacionadas com a tecnologia blockchain, as coisas parecem bastante promissoras. Um em cada cinco turcos detém bitcoins ou outra criptomoeda, o que representa um número significativo.

Japão

O Japão é conhecido no seio da comunidade como sendo bastante pró-criptomoedas, se encontrando entre os poucos países que reconhecem as criptomoedas como forma legítima de pagamento. Desta forma, se verifica uma quantia expressiva ao nível da transação de bitcoins de e para o país, com muitos investidores optando por manter as suas criptomoedas como potencial investimento de elevada renda. As plataformas de câmbio de criptomoedas do país contam com elevado tráfego transacional.

Suíça

A Suíça é conhecida pelos seus bancos e instituições financeiras de topo — e a nação já deixou bem claro que deseja se tornar um hub das criptomoedas e da blockchain. Os bancos começaram abrindo as suas portas a pagamentos com criptomoedas, um movimento que encorajou muitos dos seus cidadãos a apostarem nas mesmas.

Coreia do Sul

A Coreia do Sul é outro país asiático com impacto na cena das criptomoedas. Uma vez que o governo chinês não se tem mostrado favorável à negociação de criptomoedas, muitos redirecionaram as suas operações de negociação para a vizinha Coreia do Sul. Com habilidade para o setor da tecnologia, o país detém uma infinidade de empresas e de plataformas de criptomoedas que atendem uma população com crescente interesse no setor. A Bitcoin se encontra entre as principais criptomoedas negociadas e detidas no país.

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