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13 de Dezembro de 2017
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Há algo de novo acontecendo no mundo das criptomoedas.

O mundo de 500 bilhões de dólares das moedas digitais está começando a se abrir às mulheres. Quatro em cada 30 das maiores Oferta Inicial de Moeda (ICO, Initial Coin Offering) este ano (até outubro) contaram com mulheres como cofundadoras. Mais: duas das ICO se encontram entre as maiores realizadas até agora.

Também se veem mais mulheres como palestrantes em conferências relacionadas com as criptomoedas — e a Coinbase, uma das maiores plataformas de câmbio de moedas digitais do mundo, avançou que 46% das suas novas contratações este ano corresponderam a mulheres ou a indivíduos de etnias diversas.

Mesmo que a viabilidade da maioria dos projetos permaneça por ser comprovada, as experiências de mulheres pioneiras indicam que a indústria se está movendo para uma cultura mais inclusiva, expandindo a sua base de talentos à medida que se torna cada vez mais comum — passos que em outras áreas deram impulso à inovação e desempenho financeiro.

“Temos a oportunidade de reconstruir o sistema financeiro.” — Avançou Galia Benartzi, cofundadora da Bancor que reuniu 150 milhões de dólares em junho. “Vamos fazê-lo novamente só com homens?”

Benartzi avançou que a falta de desenvolvedoras mulheres não é desculpa para não haver mulheres envolvidas em empresas focadas na tecnologia blockchain. A Bancor tem uma vice-presidente de Engenharia, por exemplo.

“Tanto as mulheres como os homens devem estar extremamente entusiasmados com isto. (…) Mesmo que não se consiga criar diversidade 50-50 nas equipes de desenvolvimento, ter mulheres em posições de liderança é absolutamente fazível e essencial.”

Fonte: Fortune

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